quarta-feira, 16 de março de 2011

não é poesia

o mesmo discurso é legítimo, o mesmo discurso. permaneço inútil por sentir, por sentir, por sentir treze mil vezes as quais não se projetam. e quando não vale a pena? o que vale a pena? não por quem, nem pra quem, mas pra mim? o que vale a pena pra mim, só pra mim?

não tenho resposta. as perguntas me entristecem.
eu adoeço bem no meio do peito. o que me cura é o que me mata.

2 comentários:

Anônimo disse...

De tudo o que se vale a pena pra mim? Só pra mim me resta saber disso. Escolha.

Bjos

Juliana Lourenção disse...

maryah!!!
adorei o blog.
como estás??

beijoo