eu
em cólera
eu
na ânsia de fazê-lo engolir
esse corrosivo mar que mancha meus olhos sedentos
mar de sangue
eu
sepulto o teu corpo frívolo
e faço disso a minha apoteose
eu
canto a melancolia
com o gozo que nunca me pertenceu
o teu grito inflamado é a canção que me consola
eu
Bárbara.
Um comentário:
Lindas palavras... Muita força em cada linha... Muito bonito mesmo! De parabéns!
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