Maryah Monteiro
terça-feira, 15 de março de 2011
e é nesse insignificante
nesse vão estéril esgotado
nesse nada ecoando tortura ebulição invertida
que me dou conta [sussurro, pigarro. sem a ressaca do mar...
não tenho saudade de ninguém, de nada] de mim.
Um comentário:
Bruckner
disse...
*-* ! mto bom!
4 de agosto de 2011 às 15:42
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*-* ! mto bom!
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